Sonho de Juventude


 
De forma inesperada, encontrei-me em um salão de festas, onde pares giravam ao som da música e jovens solitários dançavam, abraçados às suas esperanças juvenis. Com os olhos entregues à imaginação ou selados pela emoção, cada um se perdia em devaneios íntimos. Iniciei um bailado com uma dama de tez morena e olhares ébano, e, conforme a música nos embalava, nos deixamos levar pela dança. No palco, uma banda entoava canções de amor, e a alegria se espalhava em cada movimento onírico.

O vocalista começou a cantar uma canção que eu não conhecia, a letra era assim; Vá, e seja feliz nem que seja por apenas om momento, muito além do meu mundo, existe o seu, até porque o nosso já não existe mais. Mas preciso vê-la bem de pertinho e olhar nos seus olhos pela minha última vez. Possivelmente vou chorar, não tenha compaixão de mim. Vá, e tente ser feliz nem que seja por apenas um momento. 

Quando o vocalista começou a cantar, ela abraçada a mim começou a tremer, o beijo ficou viscoso e salgado com sabor de tristeza, senti que ele estava cantando para ela. Seu corpo delgado colado ao meu, me permitia ouvir seu coração acelerado parecendo querer sair do peito.

Parei de dançar, no mesmo instante o vocalista saiu do palco e se aproximou de nós. Quando o vocalista começou a cantar, ela abraçada a mim começou a tremer, o beijo ficou viscoso e salgado com sabor de tristeza, senti que ele estava cantando para ela. Seu corpo delgado colado ao meu, me permitia ouvir seu coração acelerado parecendo querer sair do peito. Parei de dançar, no mesmo instante o vocalista saiu do palco e se aproximou de nós.

Chegou tão perto que vi veias vermelhas em seus olhos verde claro, e algumas lágrimas brotaram. Ele estendeu a mão na direção da moça, e antes de qualquer reação da mesma, ele foi transformado em uma estátua, com a mão estirada como se quisesse tocá-la pela última vez.
A banda parou de tocar, os componentes foram buscá-lo e o conduziram até o palco, fizeram um círculo e começaram a tocar alguns clássicos da banda Quenn. Me vi sozinho, como em um passe de mágica a moça desapareceu, certamente eles eram de mundos diferentes, mas esse sonho de juventude nos mostra a grandeza do amor, em mesmo sofrendo permitir e desejar que o outro  seja feliz.

(O conhecimento é um farol na escuridão)

Mostrar sugestões para saber maisO vocalista, um rapaz bonito, loiro, olhos verdes e cabelo comprido desalinhado, típico dos metaleiros autênticos. Começou a cantar uma música a qual eu ainda não conhecia, a letra dizia assim. Vá, seja feliz nem que seja só por algum momento, mas tente. Até porque além do meu mundo existe o seu, e o nosso acabou com o tempo. quero olhar seus olhos pela minha última vez, possivelmente vou chorar, não tenha compaixão de mim, apenas me deixe lhe olhar de pertinho pela minha última vez. Vá, seja feliz nem que seja só por algum momento, mas tente.Quando o vocalista começou a cantar, ela abraçada a mim começou a tremer, o beijo ficou viscoso e salgado com sabor de tristeza, senti que ele estava cantando para ela. Seu corpo delgado colado ao meu, me permitia ouvir seu coração acelerado parecendo querer sair do peito. Parei de dançar, no mesmo instante o vocalista saiu do palco e se aproximou de nós.Chegou tão perto que vi veias vermelhas em seus olhos verde claro, e algumas lágrimas brotaram. Ele estendeu a mão na direção da moça, e antes de qualquer reação da mesma, ele foi transformado em uma estátua, com a mão estirada como se quisesse tocá-la pela última vez.A banda parou de tocar, e os componentes vieram buscá-lo e o conduziram até o palco. Fizeram um círculo e começaram a tocar alguns clássicos da banda Queen. Me vi dançando sozinho, a moça desaparecera misteriosamente, com certeza eles eram de mundos diferentes.


A Fada Zuculina e a Magia da Felicidade


 

No coração de um bosque encantado, onde as árvores sussurravam segredos e os riachos dançavam ao luar, vivia uma fada chamada Zuculina. Ela não era como as outras fadas, com asas brilhantes e risos melodiosos. Zuculina tinha olhos profundos e cabelos prateados que brilhavam como a lua cheia.

Zuculina tinha uma missão especial: proteger a magia da felicidade. Ela sabia que, sem essa magia, o mundo se tornaria um lugar sombrio e triste. Por isso, todas as noites, ela voava pelos campos e florestas, espalhando pequenos feitiços de alegria. As flores desabrochavam com mais cores, os animais cantavam com mais entusiasmo, e os corações dos humanos se enchiam de esperança.

Um dia, Zuculina percebeu que algo estava errado. As estrelas pareciam mais apagadas, e os sorrisos das crianças estavam desbotando. Ela voou até o topo da montanha mais alta e olhou para o mundo lá embaixo. As sombras estavam se espalhando, engolindo a luz da felicidade.

Determinada a fazer a diferença, Zuculina desceu à Terra. Ela visitou castelos e palafitas, aldeias e cidades. Em cada lugar, encontrava pessoas desanimadas, perdidas em suas preocupações. Ela tocava seus corações com suas asas prateadas e sussurrava palavras de esperança.

Em uma noite de lua cheia, Zuculina encontrou Maninho, um jovem solitário que vagava pela floresta. Seus olhos estavam tristes, e ele não acreditava mais na magia. Zuculina pousou em seu ombro e disse:

“Maninho, a felicidade está em toda parte, mas você precisa olhar com os olhos do coração. Cuide das árvores, e elas cuidarão de você. A magia está nas pequenas coisas: no riso de uma criança, no perfume das flores, no abraço de um amigo.”

Maninho olhou nos olhos da fada e sentiu algo mudar dentro dele. Ele prometeu a Zuculina que seria um guardião da felicidade. Plantou sementes, ajudou os vizinhos e aprendeu a ouvir o vento e os pássaros.

Zuculina sorriu e voou para longe, sabendo que Maninho seria um aliado na luta contra as sombras. Ela continuou sua jornada, espalhando amor e ensinamentos por onde passava. E, todas as noites, olhava para o céu e agradecia às estrelas por terem cruzado seu caminho.

E assim, a fada Zuculina mostrou ao mundo que a verdadeira magia está na simplicidade, na compaixão e na alegria de viver. Ela se tornou uma lenda, e seu nome era lembrado em canções e histórias. E, mesmo quando as sombras tentavam se aproximar, Zuculina voava alto, iluminando os corações com sua luz prateada.

Um dia, quando a lua estava cheia e o vento sussurrava segredos entre as folhas, Maninho decidiu partir em busca da Fada Zuculina. Ele se aventurou pela floresta, seguindo trilhas estreitas e cruzando riachos cristalinos. Cada passo o aproximava do seu objetivo.

Maninho pediu ajuda às árvores altas e aos animais que encontrava pelo caminho. “Vocês já viram a Fada Zuculina?” perguntava ele. Os pássaros cantavam melodias enigmáticas, e as folhas sussurravam em resposta. Mas a fada permanecia esquiva.

Certo dia, Maninho encontrou uma clareira onde as flores desabrochavam em cores vibrantes. No centro, havia uma árvore majestosa com raízes entrelaçadas. Maninho se aproximou e tocou o tronco rugoso. “Árvore sábia, você conhece a Fada Zuculina?”

A árvore balançou seus galhos como se estivesse pensando. “Para encontrar a Fada Zuculina, você deve seguir o brilho das estrelas até o lago encantado”, disse ela. “Lá, ela dança sob a luz prateada da lua.”

Maninho agradeceu à árvore e continuou sua jornada. Ele seguiu o conselho e chegou ao lago. A lua refletia na água, criando um caminho de prata. E lá, no meio da clareira, estava ela: a Fada Zuculina.

Seus olhos encontraram os de Maninho, e ele sentiu uma alegria profunda. “Você me procurou com o coração puro e a mente aberta”, disse a fada. “Agora, prometa cuidar da natureza e espalhar alegria por onde passar.”

Maninho fez a promessa e, desde então, tornou-se o guardião da floresta. Ele aprendeu a língua dos ventos e a dança das estrelas. E, todas as noites, sentava-se junto à Fada Zuculina para ouvir suas histórias e compartilhar risadas.

Assim, Maninho descobriu que a verdadeira magia está na conexão com a natureza e na busca pela alegria. Ele nunca mais se sentiu sozinho, pois a Fada Zuculina o acompanhava em cada passo da sua jornada. 

Os anos passaram, e Maninho continuou a cuidar da floresta. Ele plantava árvores, protegia os animais e espalhava alegria. A cada riso de uma criança, ele sentia a presença de Zuculina. A cada flor que desabrochava, ele sabia que ela estava por perto.

Em uma noite de lua cheia, Maninho retornou ao lago encantado. Ele olhou para a água prateada e sussurrou: “Zuculina, minha amada fada, onde você está?”

E então, como se a própria lua respondesse, uma figura prateada emergiu das sombras. Era ela, com suas asas delicadas e olhos luminosos. Zuculina sorriu para Maninho, e seu coração se encheu de emoção.

“Maninho”, disse ela, “você nunca me esqueceu. Seu amor pela natureza e pela magia é o que mantém nossa conexão viva.”

Maninho a abraçou, sentindo a suavidade das asas da fada. “Zuculina, você é minha inspiração. Sua sabedoria e bondade me guiaram por toda a vida.


Sonho de Juventude

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